Você é médico de família e comunidade. Atualmente trabalha em uma Unidade de Saúde da Família (USF) no interior do Estado de São Paulo. J.D.M., 51 anos, divorciado, desempregado, vem para consulta eventual acompanhado de sua nora, Elaine. Relata que chegou há 3 semanas do Ceará para morar com seu filho (mora no território de abrangência da sua USF). Elaine diz que J.D.M. veio para tratamento, pois estava difícil arrumar "médico de cabeça", em Aracati. Segundo ela, há mais ou menos 3 anos ele teve diagnóstico de depressão com alucinações (episódio depressivo maior com sintomas psicóticos). Faz uso desde então de sertralina 75mg/dia, risperidona 1mg/dia e diazepam 5mg/dia. Estava bem, porém a depressão retornou há aproximadamente 1 ano, com aumento das alucinações (inclusive levando ao término de seu casamento há 3 meses). Já teve ideação suicida, mas no momento nega. Refere ainda insônia (diz que tem passado as noites em claro). Antecedentes: Sobrepeso, hipertensão arterial controlada com enalapril 10mg/dia e tabagismo 10 cigarros/dia. Restante normal. Contexto familiar: J.D.M. mora com o filho, que tem 32 anos, é mecânico e é usuário de cocaína, Elaine trabalha em casa, vendendo bijuterias e produtos de beleza. Eles têm 3 filhos: um bebê de 2 anos, um menino de 5 anos (com síndrome de Down) e uma menina de 9 anos. Exame físico normal, exceto humor deprimido. Com base no caso descrito acima, você como médico de família e comunidade: (marque a resposta mais completa)