Homem, 64 anos de idade, em tratamento para hipertensão arterial sistêmica e diabetes tipo 2, comparece à primeira consulta do ambulatório de clínica médica de um hospital do Sistema Único de Saúde SUS. Relata que veio a este ambulatório porque na unidade básica de saúde perto de sua casa "não tem médico". Relata fazer uso de losartana 50mg 2 vezes/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia, metformina 850mg 1vez ao dia, glicazida 90 mg/dia. Trouxe alguns exames realizados em internação prévia, por pneumonia bacteriana (há 2 meses): HbA1c: 12.5%; Creatinina: 1,6 mg/dL; (Taxa de Filtração Glomerular TFG: 45 mL/min/1,73m2); Ureia: 53 mg/dL Ao exame físico: bom estado geral, frequência respiratória =20 incursões/minuto; Frequência cardíaca 78 batimentos/minuto; pressão arterial =170×80 mmHg; saturação de oxigênio = 97% (em ar ambiente). Restante do exame sem alterações significativas, a não ser presença de dermatite ocre, sem edemas ou lesões em membros inferiores (MMII). Quais exames de rastreamento para complicações das comorbidades devem ser solicitados?