Paciente masculino, 28 anos, vítima de queda de andaime de aproximadamente 3 metros enquanto trabalhava em construção civil. Foi encontrado por colegas de serviço que acionaram o SAMU imediatamente. Na chegada do serviço médico paciente estava deitado na calçada com abertura ocular espontânea respondendo aos chamados e questionamentos. Refere que desequilibrou e colidiu a região abdominal com barra de ferro durante a queda e, posteriormente, colidiu com a região dorsal no solo. Na avaliação inicial, via aérea pérvia, sem sinais de desconforto respiratório, murmúrio vesicular presente bilateralmente sem ruídos adventícios saturando 98% em ar ambiente. Pressão arterial 125x80 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, sem sinais de sangramento ativo, pelve estável e tempo de enchimento capilar <3s. Glasgow 15. No exame físico apresenta dor importante em andar superior do abdome associada a escoriações, sem outras lesões aparentes. Instalado 1000 ml de Ringer Lactato e colocada manta térmica para transporte. Na avaliação já em hospital terciário o paciente evoluiu com ansiedade e agitação, dor abdominal refratária a medidas sintomáticas, pressão arterial 115 x 72 mmHg e frequência cardíaca de 113 bpm, realizado US FAST positivo em janela esplenorrenal e indicado tomografia computadorizada, que evidenciou lesão esplênica grau II. Dentre as alternativas abaixo, qual medida, no atendimento inicial nesse contexto e cinética do trauma, seria mais adequada para reduzir piores desfechos?