O câncer de mama é a segunda neoplasia maligna mais frequente na mulher, superando apenas o câncer de pele não melanoma. No Brasil, aproximadamente 50 mil mulheres são acometidas por câncer de mama anualmente, com taxa de mortalidade ao redor de 20%. Para que ocorra o carcinoma de mama, é necessário que haja erro genético, que pode ser herdado, através de mutações germinativas, ou adquirido, ao longo da vida, em decorrência de mutações somáticas. Vários são os fatores de risco para o carcinoma que pode ser dividido em fatores grupo I, II, III, de acordo com a formação celular, características nucleares e índice mitótico, compreendendo tumores de Bloom e Richardson. A classificação molecular influencia diretamente no tratamento e na evolução prognóstica. Ambos os carcinomas então possuem análise e expressão dos receptores de estrogênio, progesterona, HER-2 e subtipo tipo 2, ou fator de crescimento epidermal humano tipo 2. Nesse sentido,